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sexta-feira, 15 de agosto de 2014

[Resenha] Convergente



Título: Convergente
Autora: Veronica Roth
Editora: Rocco
Páginas: 528
Ano: 2014
Nota:
Sinopse: A sociedade baseada em facções, na qual Tris Prior acreditara um dia, desmoronou - destruída pela violência e por disputas de poder, marcada pela perda e pela traição. Portanto, diante da chance de explorar o mundo além dos limites que ela conhecia, Tris não hesita. Talvez, assim, ela e Tobias possam ter uma vida simples e nova juntos, livres de mentiras complicadas, lealdades suspeitas e memórias dolorosas. No entanto, a nova realidade de Tris torna-se ainda mais alarmante do que aquela deixada para trás. Antigas descobertas rapidamente perdem o sentido. Novas verdades explosivas transformam os corações daqueles que ela ama. Então, mais uma vez, Tris é obrigada a compreender as complexidades da natureza humana enquanto convergem sobre ela escolhas impossíveis que exigem coragem, fidelidade, sacrifício e amor. Narrado sob uma emocionante perspectiva dupla, Convergente conclui de maneira poderosa a série que alcançou o primeiro lugar na lista de bestsellers do New York Times, na qual Veronica Roth revela os segredos do mundo distópico que cativou milhões de leitores com Divergente e Insurgente.

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ATENÇÃO PODE CONTER SPOILERS DOS LIVROS ANTERIORES

Sem dúvida minha distopia favorita, me desidratei horrores no fim. A Veronica me surpreendeu de uma forma que eu fiquei abismada. O enredo te prende do começo ao fim da saga.
Depois da exibição do vídeo de Edith Prior para a população de Chicago, Tris, Christina e Cara ficam retidas para interrogatório, já que elas conspiraram contra a nova líder da cidade. A cidade está mergulhada em uma ditadura, onde Evelyn (mãe de Tobias) e os sem-facçao são os tiranos, ninguém dá um passo sem eles saberem.
Depois do interrogatório, Tris é solta e é convidada para uma reunião secreta, nessa reunião ela conhece um grupo chamado Leais, liderado por Cara e Johanna, o objetivo principal era dar prosseguimento ao pedido da Edith Prior. No decorrer da reunião, eles bolam um plano, assim um pequeno grupo é mandado para fora da cidade de Chicago.
Ao chegar ao Departamento a que são levados, eles conhecem toda a estrutura que ronda Chicago e a narrativa é tão detalhada e rica, que conseguimos absorver e compreender a confusão pela qual eles estão passando. A cada revelação, você cria uma perspectiva diferente da situação, então sim essa perspectiva muda a cada página e elas param de vir.
O significado de Divergente muda completamente, eles não são mais os anormais que são imunes ao soro, eles são muito maiores que isso. Mas quero deixar meu parecer aqui, não concordei com a visão do Departamento sobre isso em momento nenhum, não passou de preconceito u.u
O fim foi excepcional, ele nos msotra a importância da amizade e do companheirismo, pois sem esses dois fatores outros personagens também desmoronariam (mais que desmoronaram). Não tenho palavras para descrever o quão excepcional foi esse desfecho criado pela Veronica. Me senti muito sozinha quando acabou, essa trilogia se tornou a minha favorita (ela conseguiu superar Hush Hush) e eu sinto falta da minha amiga Tris.
Desta vez temos um narrativa dupla, acompanhamos a história pelos pontos de vista da Tris e do Tobias, vemos sentimentos sendo revirados, pensamentos se chocando, decepções. Fiquei muito triste com alguns acontecimentos e como eu já disse me desidratei várias vezes.
Nesse livro, não temos só batalhas e sangue, elas existem claro, mas o maior foco é nos mostrar a ordem dos acontecimentos, o que aconteceu para chegarmos a esse ponto e acontecerá a partir de agora, revelações sobre a família, as origens me surpreenderam, jamais imaginaria.
Eu só mais uma coisinha a acrescentar, leiam, leiam e leiam essa trilogia, é sério, podem acreditar em mim quando digo que esse mundo criado pela Veronica, vai encantar muito todos vocês, não vão se arrepender, não estou dizendo que ficarão felizes com tudo, mas é compreensível, e o final é digno de admiração, pois nossa querida autora, foi muito corajosa, uma coisa que falta em alguns autores.



[Resenha] Insurgente


Título: Insurgente
Autor: Verônica Roth
Editora: Rocco
Ano: 2013
Número de páginas: 511
Nota:
Sinopse: Na Chicago futurista criada por Verônica Roth em Divergente, as facções estão desmoronando. E Beatrice Prior tem que arcar com as consequências de suas escolhas. Em Insurgente, a jovem Tris tenta salvar aqueles que ama – e a própria vida – enquanto lida com questões como mágoa e perdão, identidade e lealdade, política e amor.

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De longe a trilogia Divergente é a minha distopia favorita

Depois da tragédia que foi a simulação da erudição em cima da audácia, do rastro de mortes que se sucedeu, começamos esse segundo livro dentro do trem, exatamente no mesmo momento em que acabamos em divergente, eu achei isso demais, pois fez parecer que era o mesmo livro, bom, tudo ainda está muito recente, todo o sentimento de perda a flor da pele. Nessa tragédia temos dois times, um formado pelas pessoas que sobreviveram da abnegação com uma parte da audácia, o outro é formado pela erudição e a outra parte da audácia. Amizade e franqueza não tomaram partidos, os sem-facção sempre lutaram por si só.
Não tem muito o que eu possa contar do enredo aqui, pois não quero soltar spoilers, mas posso dizer que gostei muito da continuação de Divergente, aqui conhecemos melhor os outros iniciandos nascidos na Audácia, Uriah, Lynn e Marlene. Há muitas traições, mas há uma que eu realmente nunca tinha imaginado e fiquei muito chateada quando foi revelado. Também conhecemos o modo de viver de cada facção, sua história e somos apresentados de verdade aos sem-facção.
A narrativa continua sendo em primeira pessoa, pelo ângulo da Tris, ela em especial, foi muito afetada pelo ataque, pois os pais morreram, ela matou seu melhor amigo Will, então estava bem debilitada, por esse motivo me estressou um pouco nesse livro, ela quis ser independente demais, escondendo as cartas, se distanciando das pessoas que estiveram sempre ao redor, mas principalmente confiando nas pessoas erradas, as mesmas coisas, praticamente, que o Tobias fez, me estressou principalmente porque estava óbvio pelo menos pra mim que não se deveria confiar em determinadas pessoas, porque cada uma estava envolvida por um motivo pessoal, tinha um objetivo naquilo e eles eram apenas pecinhas nesse jogo, só eles que não percebiam.
No final, depois de todo o mistério que circunda a tal informação, que a Jeanine Mathews tanto quis esconder, que gerou a guerra, a revelação é surpreendente, tive que segurar o queixo, a Verônica foi incrível.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

[Resenha] Divergente


Título: Divergente
Autor: Veronica Roth
Páginas: 502
Editora: Rocco
Nota:
Sinopse: Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto.
A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é. E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.

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E vamos a mais uma distopia galera!
Em Divergente, conhecemos Beatrice Prior, uma garota de 16 anos que está prestes a passar pelo teste de aptidão. Esse teste, ajuda na escolha da sua facção. Temos 5 facções, abnegação, que é formada pelas pessoas que culpam o egoísmo pelos problemas do mundo, amizade que culpa a agressividade, a erudição que culpa a ignorância, a franqueza que culpa as mentiras e manipulações e a audácia que culpa a covardia.
Beatrice nasceu e cresceu na abnegação, mas nunca sentiu que se encaixava lá. Ao fazer o teste, ela descobriu que era divergente, essa descoberta virou sua vida de ponta cabeça. Os divergentes são um grupo especial de pessoas que não se encaixam em apenas uma facção. E isso é perigoso, mas ela não sabe ao certo porque.
Após o teste, temos a cerimonia de escolha, nesse evento vai ser efetivada a decisão, de permanecer com a família ou recomeçar a vida em uma nova facção, afinal facção antes do sangue, ou seja a partir do momento em que você muda de facção, você deixa de ser leal a família, e passa a ser leal a sua facção. Nesse evento nossa protagonista opta por deixar a família, afinal como eu já disse, ela não se encaixa naquela facção, e seguir na Audácia, tornando-se uma daqueles aventureiros doidos que ela sempre admirou.
Para ser efetivamente da facção, todos os iniciandos precisam passar pela iniciação, que se mostrara muito perigosa e rígida e ao final apenas os melhores poderão ficar, os outros iniciandos se tornarão sem-facções, um grupo de pessoas que vivem a margem da sociedade.
Galera, que livro é esse! Não sei vocês, mas eu amei o Quatro, aquele jeito durão e insensível nunca me convenceu rs eu sabia que ele teria um papel importante na trama, mas não tanto quanto foi.
A Verônica Roth criou tão bem os cenários que eu consegui me imaginar dentro da sede da Audácia, ah como eu queria conhecer aquele lugar! E os personagens, muito bem construídos, adorei a Tris, as vezes eu fiquei com vontade de puxar as orelhas dela, mas tudo bem rs me envolvi muito com a trama, a curiosidade é um sentimento que nos acompanha a cada linha desse livro.
Eu adorei a capa, ela me conquistou desde o primeiro momento k e a frase de efeito "uma escolha pode te transformar" casou perfeitamente com a trama. Erros de revisão não encontrei muitos, mas eles existem sim.
Estou terminando de ler o segundo, e em breve trarei as novidades! Para adiantar estou adorando, eu nunca poderia imaginar as aventuras da vez, mais uma vez a Tris mostrando sua garra e seu amor pelo Quatro (lindo ♥)
É uma leitura que eu recomendo e muito, se você gosta de ação com uma pitada de romance, esse é o livro pra você!

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