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sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Salem 2° Temporada


Peraí, você nem falou da primeira temporada. Sim, segue aí um resuminho.

Na primeira temporada de Salem, temos uma linda cidadezinha do século XVII cheia de gente boa (sqn) onde Mary Sibley é uma bruxa muito pretenciosa. Ela se esconde por trás da máscara de puritana e do dinheiro do seu velho marido George, membro do conselho da cidade. Sua comparsa e mestra em alguns ritos é sua criada Tituba, que a iniciou na bruxaria, a qual conhecia de suas terras de origem.  
                Com suas artimanhas, Mary causa pânico na cidade e faz que inocentes morram para que ela possa realizar O Grande Rito (de passagem pra o Senhor das Trevas) sem ser percebida pelo bêbado reverendo Cotton Matter.  Justamente nesse momento tão importante, ela fica novamente frente a frente com John Alden, o amor do passado que Mary acreditava ter morrido na guerra há sete anos.

Prontinho, agora bora falar da 2° Temporada.



                Depois de conclusão do Grande Rito, Mary tem que enfrentar que uma bruxa poderosa e cheia de inveja, a imortal Condessa de Malburg. John Alden virou um caçador de bruxas e mesmo que isso custe sua vida, ele tem como objetivo matar todas as bruxas de Salem.
                Mary agora está em posse de seu filho e tem de fazer de tudo para protege-lo dos seus inimigos, não só nas artes das trevas, como também o novo magistrado, Hathome, um homem que não a respeita como autoridade local. Mas como o mundo não é só tristeza, ela conhece o cético Wainwright que veio a cidade procurar a cura para a doença que os assola.
                No meio de tudo isso temos a bruxinha Anne Hale descobrindo seus poderes, paixões e verdades que o velho Magistrado Hale deixou para ela no seu Livro das Sombras. Mercy mais pirada e assustadora do que nunca e a estranha paixão do Conde Sebastian por Mary.



                Impossível não tentar comparar uma temporada com a outra não é mesmo? Nesse caso, a qualidade da direção de câmera e dos efeitos visuais ainda continua a mesma, excelente, o roteiro mantem a mesma cadência, mas eu acredito que o enredo da segunda temporada tenha sido bem mais interessante. Não, não só por causa de tantas bruxas em uma temporada só, na verdade, essa temporada dissecou a personalidade de vários personagens e contou com atuações de primeira.
                A Mary, o John e a Anne prometem muito para terceira temporada. As duas se desenvolveram muito bem e acabaram praticamente se tornando outras pessoas. A vida é uma coisa doida até mesmo na ficção.
                O triste é suportar um ano sem essa série maravilhosa, que é uma das minhas favoritas. 



                Respira fundo bruxa!


sexta-feira, 7 de agosto de 2015

[Série] 12 Monkeys



No outro post eu fiz um pequeno comparativo da série do filme 12 Monkeys.
Agora é sério, peguem suas coordenadas pois vamos direto para o pós-apocalíptico ano de 2045, viver uma viagem louca com o estranho James Cole.
Você talvez não caia de amores pelo personagem do viajante do tempo, e por toda a bagunça que ele faz na vida de Cassandra Railly e seu namorado Aaron Marker. Mas todos concordam que tem uma coisa mais importante do que isso certo? É salvar a vida de bilhões de pessoas que irão sucumbir a partir de 2016 quando a praga for espalhada por vários cantos do mundo pelo tal Exército dos Doze Macacos.
A causa é boa, e James está disposto a realmente correr contra o tempo para salvar a humanidade e apagar a realidade terrível que o assolou por anos, assim como a todos aqueles que sobreviveram a doença. O mundo se tornou um lugar louco, onde as pessoas passaram a se comportar selvagens para nutrir suas necessidades básicas. Muitos perderam tudo e aqueles que amavam, como a Dra Jones, que faz do Projeto Fragmentação a sua fé.
Se prepare para 12 Macacos muito mais perigosos, gangues, reviravoltas e muita tensão. 
Não importa o que você está esperando da série, surpresas e revelações são feitas a cada episódio, tornando a trama de ação envolvente e empolgante. Equipe da produção e do roteiro fizeram um trabalho ótimo, dando uma experiência diferente a quem é fã do filme, soltando e criando pontos novos em 12 Monkeys. Resultado final: teremos segunda temporada no começo do ano que vem.

A menina Jennifer Goines (interpretada pela Emily Hempshire) dá um show como eu previ desde o primeiro episódio. Ramse (Kirk Acevedo) foi o meu personagem favorito depois dela, vocês saberão o motivo no decorrer dos episódios. Mas é claro que o brilho maior foi Aaron Stanford no papel de James. Parabéns pra quem escolheu esse elenco.

O que esperar para a segunda temporada?
As últimas cenas foram literalmente um tiro na cara, então tem muito viu. E que James e Cassandra finalmente tenham um momento, pois eu vim shippando eles desde a metade da temporada. A gente quer ver beijo produção!   

5 estrelas


sexta-feira, 24 de julho de 2015

12 Monkeys (Filme x Série)



A próxima série da qual vou falar é 12 Monkeys, mas antes de começar o blá, blá, blá, preciso contar um pouco do filme 12 Monkeys feito em 1996 – vamos invadir a área do colega sim – com Bruce Willis e Brad Pitt.

Filme - 12 Monkeys se passa em 2035, em um futuro pós apocalíptico onde James Cole é enviado para o passado para tentar impedir que uma praga quase destrua a humanidade. No meio do caminho, ele usa a ajuda de uma médica, Kathryn Railly para descobrir o exército dos 12 Monkeys que seriam os responsáveis por espalhar a praga. Atormentado por uma visão do passado, Cole contesta a própria sanidade enquanto tenta montar um complexo quebra-cabeça que envolve Jeffrey Goines, o insano filho do dono de um grande laboratório voltado para pesquisas em biotecnologia.  

Mesmo sendo filmado há vinte anos atrás, a ideia de 12 Monkeys continua atual (dando vários bailes em muito sci-fi de hoje em dia) sendo interessante não só pela questão das viagens do tempo, como também repleto de ótimas atuações, roteiro e uma direção de câmera de dar inveja. Nada que a gente não pudesse esperar do sujeito de Medo e Delírio, Os Irmãos Grimm e O Mundo Imaginário de Dr. Parnassus*.

É daqueles filmes que a gente vê vinte vezes e continua achando maravilhoso.
Não foi à toa que o canal Syfy deu um jeitinho de transformar em série. Mas relaxa, a experiência é outra.

Série - Flashs mostram um pouco do passado de James Cole, que não tem nenhum pouco do stress pós traumático ou doçura do personagem do filme. Cole é um cara muito mais sangue frio e segue um curso bem diferente durante a série.
A morena Dra. Kathryn foi substituída por uma loira sentimental chamada Cassandra Railly. No filme fica claro o motivo da alteração do nome da personagem, que incorpora o Complexo de Cassandra. Segundo a mitologia grega, Cassandra foi considerada louca ao tentar contar a população de Tróia sobre a desgraça (ou o cavalo) que a atingiria. É o que acontece com a Dra Railly na série.
Se no filme o personagem Jeffrey foi feito maravilhosamente pelo senhor Pitt, na série ele, ou melhor ela, é Jennifer Goines que há de mostrar toda insanidade possível no decorrer de 12 Monkeys. Já estou torcendo.


Vejo vocês no próximo post sobre séries: 12 Monkeys.
Acreditem, eu não contei nada ainda!


*Sim, aquele filme em que Heath Leadger morreu durante a época das filmagens... 

quinta-feira, 16 de julho de 2015

[Serie] IZombie




Olívia “Liv” Moore, noiva e residente em medicina tinha uma vida normal, até ir há uma festa em um barco no Lago Washington onde doses contaminadas da droga Utopium fez as pessoas ficarem psicóticas. Ou melhor, transformou as pessoas em zumbi.
Liv conseguiu sobreviver, mas como foi arranhada por uma daquelas criaturas, também se transformou em zumbi. Largou o noivo e passou a trabalhar como assistente no necrotério, se tornando reclusa e entediada.
Seu chefe, um inglês chamado Ravi Chakrabart, percebe o que está acontecendo e resolve ajudar procurando uma cura para aquela estranha condição, ele é o único que conhece seu segredo.
O detetive Clive Babinaux acha que Liv é psíquica, e sempre a envolve na resolução de crimes estranhos, mas o que ele não sabe, é que as visões de Liv são o efeito colateral dos cérebros que ela come. Eles acabam se envolvendo em uma investigação sobre uma empresa de energéticos, mas não vou spoilar isso.
Blaine De Beers é o nosso vilão, ex-traficante de drogas que infectou Liv na festa do barco. Ao se tornar um zumbi, ele resolve criar um mercado de cérebros, infectando pessoas e lhes cobrando a alimentação. Ele e sua gangue costumam atacar jovens com problemas de conduta, exatamente as pessoas com quem Major trabalha.
Major Lilywhite é o ex-noivo de Liv que trabalha com assistência social. Quando dois dos jovens da sua ong desaparecem, ele resolve investigar por conta própria o que há por trás da história e acaba dando de cara com os zumbis da gangue de Blaine.


OMG eu amei muito essa série, pena que vamos ter que esperar até 2016 para a segunda temporada.
IZombie é uma série baseada em quadrinhos da DC, então se der tudo certo nós vamos continuar rindo, vendo muito sangue e torcendo pela cura (mas não tão de pressa) da Liv por um bom tempo. A série tem tudo para continuar, os atores, o roteiro, câmera, efeitos especiais, trilha sonora, tudo é PERFEITO. Para quem gosta de terror, ação e comédia, não podíamos esperar algo melhor.   
Mal posso esperar.

*Conselho: Você pode saber tudo sobre a série no site IZombieBr


5 estrelas :D

quinta-feira, 2 de julho de 2015

[Serie] Hemlock Groove - 1° Temporada


A Netflix não tem erro, e Hemlock Groove é uma das séries que tá ai pra mostrar isso. Na produção temos ninguém mais ninguém menos que deus de Hostel e Carbin Fever, Eli Roth e no elenco, nomes como Famke Janssen (Jean Grey de X-Man), Lili Taylor (de Invocação do Mal e Alta Fidelidade) e Dougray Scott de (Criatura Perfeita e Sete dias com Marilyn).


O drama gira em torno de assassinatos muito sinistros que aconteceram na pequena cidade de Hemlock Groove após a chegada do jovem cigano Peter Rumancek. A primeira pessoa a se aproximar de Peter é Roman, um garoto burguês e entediado que parece a procura de explicações para sonhos que ele tem em comum com desconhecido. Juntos, eles resolvem ir em busca da perigosa criatura, mesmo que tenham que enfrentar primeiro a si mesmos.
Particularmente, eu amei a série a cada minuto. A produção, a fotografia, o roteiro... Fiquei fascinada com o amor e a amizade de Peter por sua mãe Lynda, e a cumplicidade de Roman e Shelley, mostrando um lado totalmente diferente e dramática das criaturas que estamos acostumados a ver sendo representadas em outras histórias. Eu amei a doçura da personagem Christina, e também força da Chasseur, mas quem roubou a cena em atuação com certeza foi a Olívia, interpretada pela Famke.

Geralmente eu saco a história antes do final, mas Hemlock conseguiu me surpreender. Tá recomendadíssimo por n motivos. 



4 estrelas :)

sexta-feira, 22 de maio de 2015

[Séries] Fringe


Gente, na última semana a minha vida vem sendo tomada por uma série maravilhosa chamada Fringe.

A história começa com a agente do FBI Oliva Dunham investigando a causa da morte de várias pessoas dentro de um avião e o estranho acidente que quase mata seu parceiro John Scott. Para conseguir responder suas questões, Olivia precisa do homem considerado o Einstein de sua geração, Walter Bishop, o problema é que Walter vive há quase duas década em um hospício, e o único que pode resgatá-lo de lá é seu filho nômade, Peter.
Agora com Olivia na Divisão de Ciência de Borda, o trio tem acesso a casos inimagináveis, que por algum motivo, sempre os leva na direção da grande corporação Massive Dynamics. Fica claro a cada episódio que há uma espécie de conspiração pairando, mas são tantas direções, tantos nós, e episódios tão inteligentes que torna impossível a compreensão imediata por parte do expectador.
Os temas abordados em cada caso vão de mutação á telepatia, nanotecnologia, teletransportação e até reanimação! É uma gama muito alta de informações conectadas que compõem essa maravilha que é Fringe. Apesar de não ter terminado a primeira temporada ainda, já posso dizer que se você gosta de ficção científica provavelmente sairá conquistado, e desde o primeiro episódio.
Mas não se preocupe, não é tipo de série que faz a gente perder o raciocínio de tão complexa, também estamos falando de uma história de investigação policial, com direito a tiro, lutas corporais, perseguições em alta velocidade e tudo mais. Eu particularmente adoro as cenas da Olivia lutando, e nem por um momento ela perde sua característica de mulher da lei, de um ser humano se esforçando pelo bem público. (Acho que eu tô apaixonada, oooops!)
O primeiro episódio é tão bom, na verdade a série é tão boa, que o criador The Strain, outra série que eu adoro, se baseou descaradamente no primeiro episódio de Fringe, além de ter pego algo do sétimo episódio também. Isso não muda o fato de que The Strain é uma série ótima, eu citei só para dar uma noção do poder de Fringe.

Série tudo de bom.
5 estrelas.


quinta-feira, 7 de maio de 2015

[Séries] The Carrie Diaries


Olá galera do Vício em Palavras, aqui estou Elisabeth, para falar bem e mal de séries e animes.



Antes do sexo, antes da cidade, era apenas eu, Carrie Bradshaw. 

The Carrie Diaries é uma série sobre a adolescência da protagonista principal de Sex and The City, Carrie, e mostra como foi sua transição de garota da cidade pequena para mulher da cidade grande. Calma, você não vai ficar entediado, é 1984.
Tudo começa com a volta ás aulas após a morte da mãe da Carrie, quando ela reencontra Sebastian Kidd, o garoto em quem ela deu seu primeiro beijo e consegue um estágio na sonhada Nova York. É uma nova vida, mas nada fácil. Nada que o pai ou a irmã Dorrit não possam complicar ou ajudar. 
As amigas são a drama queen Maggie e a nerd Mouse, duas meninas antagônicas que dividem com Carrie a fase difícil da descoberta do amor e do sexo. Temos também o lindo Walt e a tresloucada Larissa que dão um brilho especial a vida da nossa garota de Connecticut. 
Vilã não tem, só a patricinha venenosa, Donna, que eu adoro. 
Eu achei que a AnnaSophia Robb (sim, aquela menina que masca chiclete em A Fantástica Fábrica de Chocolate) conseguiu passar uma imagem perfeita de como seria Carrie Bradshaw adolescente, o que deve ter sido um desafio no inicio, já que estamos falando de uma personagem forte, e digamos, bem famosa. Mas não, as séries são incomparáveis, elas nem foram feitas para o mesmo público. 
Motivos para assistir TCD não faltam, não só pra shippar os casais, como também ficar bestificado com os figurinos maravilhosos da Carrie e da Larissa, as mega festas, e curtir a trilha sonora da época. Não para por aí, as meninas de The Carrie Diaries dão um banho em atitude e personalidade, assim com as mulheres de SATC.
O único pecado da série foi a mãe de Carrie ter morrido, sim, afinal, quem manja de Sex and The City sabe que a nossa protagonista original praticamente não teve contato com o pai. Mas até aí ok, no decorrer da série a gente esquece isso fácil e começa a entrar na confusão e na paixão cosmopolita da Carrie.
Série leve, simples e descontraída. Recomendo para todos que gostam de moda, anos 80, música e romances juvenis.  

Avaliação: 4 estrelas.






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